terça-feira, 27 de março de 2012

Ide

                      
                    
Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos as suas maravilhas. Salmos 96.3
E disse lhes: Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 15.16

quarta-feira, 21 de março de 2012

terça-feira, 20 de março de 2012

Os Segredos de Deus


Moisés, porém, se chegou à nuvem escura, onde Deus estava. (Êx 20.21.)
            Deus ainda tem Seus segredos, ocultos aos sábios e entendidos. Não os temamos; contentemo-nos em aceitar as coisas que não podemos entender; esperemos com paciência. Em breve Ele nos revelará os tesouros ocultos, as riquezas da glória do mistério. O mistério é apenas o véu da face de Deus.
            Não temamos entrar na nuvem que está descendo sobre a nossa vida. Deus está nela. O outro lado da nuvem está radioso da Sua glória. "Não estranheis a ardente prova que vem sobre vós como se coisa estranha vos acontecesse; mas alegrai-vos de serdes participan­tes das aflições de Cristo."
            Quando parecemos estar mais sós e mais abandonados, Deus está perto. Ele está na nuvem escura. Mergulhemo-nos na escuridade dela, sem temor; no oculto do Seu tabernáculo encontraremos Deus à nossa espera. — Selecionado

sexta-feira, 16 de março de 2012

O Silêncio de Deus

Jesus, porém, não respondeu palavra. (Mc 15.5.)
            Não há na Bíblia um quadro mais tocante que o do Salvador em silêncio, sem responder palavra alguma aos que O injuriavam, os quais Ele poderia ter feito cair prostrados a Seus pés com apenas um olhar ou uma só palavra de repreensão. Mas Ele os deixou falar e fazer o pior, e ali ficou no poder do silêncio de Deus — o mudo Cordeiro de Deus.
            Há um silêncio que deixa Deus operar por nós; o silêncio que pára com os próprios planos e a auto-reivindicação, com os próprios recursos de sabedoria e com suas previsões, e deixa que Deus proveja e responda ao golpe cruel, segundo o Seu amor fiel e infalível.
            Quantas vezes perdemos a intervenção de Deus porque toma­mos nas mãos a nossa própria causa e avançamos em nossa defesa. Que Deus nos dê este poder de guardarmos silêncio; e também nos dê este espírito manso! — A. B. Simpson

quarta-feira, 7 de março de 2012

Obra de Deus ou do acaso?

Os filisteus pegaram a Arca do Senhor durante uma batalha e exibiram em seu templo. No entanto, por duas vezes a imagem do deus que eles adoravam, Dagon, caiu diante da Arca. Em seguida, o povo foi afligido com tumores e ratos.
Por isso, os líderes dos filisteus resolverm fazer uma experiência. Eles construíram uma carroça nova, colocaram a Arca dentro dela e a puxaram com duas vacas que haviam acabado de dar cria. Eles prenderam os bezerros e, em seguida, soltaram as vacas, seguindo o seguinte raciocínio: “Se ela for para o próprio território, na direção de Bete-Semes, então foi o Senhor quem trouxe essa grande desgraça sobre nós. Mas, se ela não for então saberemos que não foi a sua mão que nos atingiu e que isso aconteceu conosco por acaso.”
Era bem simples: se Deus não é soberano, ele não é Deus.
Agindo contra o instinto de voltar para cuidar dos bezerros, aquelas vacas seguiram em direção a Israel sem se desviar, aproximando-se de Bete-Semes e continuando em linha reta até chegar ao campo de Josué. Elas cumpriram sua missão, entregando o trono de Deus a Israel.
Alguns de nós, precisamos que uma tonelada de tijolos caia sobre nossas cabeças para podermos perceber como alguma coisa que estamos fazendo desagrada o Senhor. No entanto, chuva de tijolos não é o método favorito de Deus para fazer as coisas. Ele costuma começar com lembretes educados, e só depois passa para métodos mais radicais para chamar a nossa atenção.
Quando os filisteus, tomaram a Arca do Senhor (I Sm 5.1-2), o Senhor lhes deu um aviso sutil para que a devolvessem, fazendo com que o ídolo Dagon caísse diante da Arca. Como os filisteus não entenderam a mensagem, Deus fez a estátua cair de novo.
 Dessa vez, porém, “sua cabeça e mãos tinha sido quebradas e estavam sobre a soleira” (1Sm 5.4). Mesmo assim, os filisteus não compreenderam o que Deus estava lhes mostrando. Por isso, o Senhor tomou medidas mais drásticas, que incluíam pragas e moete (! Sm 5.6-12) Como os egípcios na época de Moisés, os filisteus precisavam de prova definitiva da soberania de Deus para se render à realidade. De que precisamos para colocar a nossa arca da aliança novamente sob o controle de Deus? #Meditemos!
R. C. Sproul

quinta-feira, 1 de março de 2012

Caminhos Insodáveis

Atenta para a obra de Deus porque quem poderá endireitar o que ele fez torto? (Ec 7.13.)
         Muitas vezes Deus parece colocar Seus filhos em situações de grande dificuldade, conduzindo-os a um caminho estreito de onde não há saída; criando uma situação que a razão humana nunca permitiria, se fosse previamente consultada. No entanto, é a própria nuvem de Deus que os conduz a esse lugar (Nm 9.17). Agora mesmo podemos estar envolvidos nessa nuvem.
         O assunto parece ser bastante sério e suficiente para deixar-nos perplexos; mas está perfeitamente certo. Depois o livramento justifi­cará plenamente Aquele que nos levou ali. Servirá como que de palco, onde o Senhor mostrará Sua graça e poder.
         E Ele não somente nos dará o livramento, como, ao fazê-lo, nos dará também uma lição da qual jamais nos esqueceremos e da qual nos lembraremos muitas vezes, em dias futuros, com salmos de louvor. Nunca conseguiremos agradecer suficientemente a Deus por haver feito exatamente como fez. — Selecionado
“E é por Cristo que temos tal confiança em Deus.” 2 Coríntios 3:4

                      

Geração Forte